Nem Tudo O Que Reluz É Ouro; Também Nos Negócios

BLOG DE MIGUEL MATOS

“DAR VIDA ÀS ORGANIZAÇÕES FAZENDO-AS CRESCER, TORNANDO-AS EFICIENTES”

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Nem Tudo O Que Reluz É Ouro; Também Nos Negócios

Nem Tudo O Que Reluz É Ouro; Também Nos Negócios

Quando recebemos uma prenda, normalmente guardamos a caixa durante o período de garantia. Mas deitamos rapidamente ao lixo o papel de embrulho. Isto não é mais do que uma ilustração verbal da máxima “nem tudo o que reluz é ouro”.

Comecei por aqui este texto porque acredito que nos negócios como na vida temos de avaliar com muita racionalidade e extremo cuidado, as perspetivas de viabilidade e sustentabilidade de um projeto ou negócio/atividade em curso.
Não há nada mais frustrante do que sermos apanhados, alguns meses ou anos depois de termos iniciado um negócio, numa situação de insustentabilidade económica ou financeira.

A rentabilidade e a sustentabilidade financeira não são apenas necessárias; são no mínimo exigíveis. Devemos assumir que sem elas não há negócio.

Por isso, caros/as empreendedores/as (é para vós que com mais esperança e atenção me dirijo neste texto) cuidado, muito cuidado com a ilusão da criação de um negócio próprio, como fonte potencial de lucratividade imediata mais elevada que o salário que estão neste momento a usufruir ou poderão vir a usufruir num futuro próximo.

Tenham plena consciência de que largar um emprego por conta de outrem para criar um negócio que nada mais é inicialmente que o vosso próprio emprego, é uma elevada fonte de incerteza económica e financeira e uma enorme carga de trabalhos, pois muitas das tarefas que normalmente numa empresa em velocidade cruzeiro estão repartidas por várias pessoas, passarão a ser por si mesmo/a, e apenas por si, realizadas.

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