Estados de Vida de Um Ser Humano

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Estados de Vida de Um Ser Humano

Estados de Vida de Um Ser Humano

O ser humano ao longo da sua vida experimenta vários estados a que se podem convencionar chamar “Estados de Vida”. Esses estados de vida correspondem a uma infindável sequência de ciclos (ou fases) do seu desenvolvimento pessoal, onde o ser humano experiencia estados de trabalho e estados de não trabalho.

Desde que nasce e até que termina o seu processo de formação, tutelado pela sua família e pelo Estado – Nação onde reside, ele vive num estado de não trabalho. Tal como vive num estado de não trabalho, o ser humano, numa fase posterior (normalmente no final da sua vida), nos anos correspondentes à sua reforma. Caberá aqui ressalvar obviamente, a exceção daqueles que, mesmo após reformados ou aposentados, continuam a trabalhar, quer seja de forma remunerada ou não, continuando desse modo a viver um estado de trabalho.

E claro, vale a pena também aqui incluir a situação daqueles que, estando em idade de plena capacidade de produzir riqueza, apenas vivem do seu esbanjamento ou usufruto, como por exemplo, os seres humanos independentes financeiramente ou os seres humanos que perspetivam apenas sobreviver enquanto os seus corpos funcionarem, consumindo o que herdaram em determinado momento da sua vida.

Ainda temos também de incluir nos Estados de Não Trabalho, aqueles seres humanos que se encontram desempregados, apesar de grande parte destes de facto trabalharem todos os dias incessantemente, à procura de um emprego, por conta própria ou por conta doutrem.

Por contraponto aos Estados de Não Trabalho, a maioria dos seres humanos em idade adulta, eventualmente durante uma grande parte do seu tempo de vida, vive num Estado de Trabalho. E neste caso, os seres humanos podem ocupar três estados diferentes: podem ser trabalhadores num, ou vários negócios; podem ser gestores de um ou vários negócios; ou ser donos de um ou vários negócios.

E temos de admitir que a busca de felicidade tem muitos caminhos, tantos quantos nos fazem lembrar as prateleiras das farmácias. Não nos cabe julgar, se o caminho que o nosso semelhante está seguir é o mais acertado para a sua felicidade ou o mais moral. É bem mais humilde, mas muito mais mesmo, e muito mais proveitoso, escolhermos o nosso próprio caminho para a felicidade, deixando o nosso semelhante seguir o seu.

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